Segundo informações de moradores, o dono do animal não foi localizado, e por estar desabilitada e com ferimentos que o possibilitava ficar de pé, a égua foi deixada na beira da rua.
Os moradores contam que de tanto o animal se debater foi parar no meio da rua. Por volta das 15h, uma funcionaria da Vigilância Sanitária, compareceu no local juntamente com uma representante da O.N.G. “Mãos e Patas”, que acionaram um médico veterinário que examinou o animal e disse que nada poderia ser feito pelo mesmo. O veterinário disse que animal teria que ser sacrificado.
A funcionária da Vigilância Sanitária comunicou o fato para a Polícia Militar que enviou uma viatura até o local onde os policias isolaram a área onde estava o animal e com dois tiros o sacrificaram. Em seguida o animal abatido foi removido por uma equipe da prefeitura para um local apropriado.
Segundo informações a decisão de sacrificar o animal foi que a prefeitura não possui um local apropriado para o tratamento do animal. Alguns moradores ficaram revoltados com a decisão tomada pela Vigilância Sanitária, dizendo que o animal não merecia ter um fim tão trágico.


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