Dois caixões estão fechados, os de Glauber Siqueira, de 17 anos, e Christian Vieira, de 19. Também já estão no ginásio os corpos de Victor Hugo Costa e Douglas Ribeiro, de 17 anos; e Josias Searles e Patrick Machado, de 16. Os seis foram mortos no sábado, em Mesquita, e seus corpos encontrados nesta segunda-feira (10), lado a lado, enrolados em lençóis, nus, amordaçados e com sinais de facadas e marcas de tiro.
Cerca de 200 pessoas, entre familiares e amigos, acompanham emocionadas o velório. Algumas delas, entre elas a mãe de Glauber, estão saindo desmaiadas do local. A quadra do ginásio municipal está lotada e a Polícia Militar e Guarda Municipal reforçam a segurança do local.
Os corpos foram chegando ao longo da madrugada. Às 6h30, os cinco corpos já estavam sendo velados. O corpo de Douglas Ribeiro foi último a chegar.
Parentes dos seis jovens mortos na chacina passaram a segunda-feira (10) no Instituto Médico Legal (IML) do Rio, onde fizeram o reconhecimento dos corpos. No início da noite, carros da funerária e da Defesa Civil começaram a sair do prédio para levar os corpos dos rapazes para a Santa Casa. Um trabalho que terminou no começo da madrugada. De lá, começaram a sair para o velório.
O enterro, inicialmente marcado para 10h, teve o horário mudado para 14h, no mesmo local, o Cemitério de Olinda, também em Nilópolis.
Investigações
As investigações da polícia apontam para a participação de pelo menos 20 traficantes na chacina de seis jovens ocorrida no Parque do Gericinó, em Mesquita, Baixada Fluminense, segundo o delegado Júlio da Silva Filho, titular da 53ª DP (Mesquita). O delegado afirmou que, além do assassinato dos rapazes, os criminosos também seriam os responsáveis pela morte do pastor Alexandre Lima e de um aspirante a PM. A polícia também investiga o desaparecimento de José Aldecir da Silva, que acompanhava o pastor na comunidade.
As investigações da polícia apontam para a participação de pelo menos 20 traficantes na chacina de seis jovens ocorrida no Parque do Gericinó, em Mesquita, Baixada Fluminense, segundo o delegado Júlio da Silva Filho, titular da 53ª DP (Mesquita). O delegado afirmou que, além do assassinato dos rapazes, os criminosos também seriam os responsáveis pela morte do pastor Alexandre Lima e de um aspirante a PM. A polícia também investiga o desaparecimento de José Aldecir da Silva, que acompanhava o pastor na comunidade.
O delegado disse que todas as mortes foram comandadas por Remilton Moura da Silva Júnior, conhecido como Juninho Cagão, chefe do tráfico de drogas na Chatuba. Ainda segundo a polícia, há a hipótese de o PM ter sido torturado na área do parque pelo grupo criminoso.
Os seis jovens saíram de casa sábado (9), em Nilópolis, na Baixada Fluminense, para ir a uma cachoeira que fica próxima à Favela da Chatuba, em Mesquita, e também ao Campo de Gericinó, área militar do Exército Brasileiro. Os corpos foram encontrados nesta manhã com tiros e facadas em uma área perto da Via Dutra, em Jacutinga.
Os seis jovens saíram de casa sábado (9), em Nilópolis, na Baixada Fluminense, para ir a uma cachoeira que fica próxima à Favela da Chatuba, em Mesquita, e também ao Campo de Gericinó, área militar do Exército Brasileiro. Os corpos foram encontrados nesta manhã com tiros e facadas em uma área perto da Via Dutra, em Jacutinga.
De acordo com o delegado, os seis jovens teriam sido mortos por morarem em uma comunidade pertencente à facção criminosa rival à dos traficantes da Chatuba. Júlio da Silva Filho informou ainda que o pastor e José Aldecir teriam sido executados por não atender à ordem dos criminosos de se afastarem do local no momento da execução do PM.
Segundo o delegado, a chacina dos seis jovens e a possível execução dos outros três homens são dois crimes separados.
A polícia ainda está à procura de José Aldecir da Silva e do pastor Alexandro Lima. Os dois caminhavam no Parque de Gericinó, ambos ouvindo música.


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